sábado, 25 de maio de 2013

2o ano do Ceiva - simulado do 2b 2013

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1 – Apresente as características do Império Inca.
R: A civilização inca foi o resultado de uma sucessão de culturas andinas pré-colombianas e um Estado-nação, o Império Inca ( Tawantinsuyu em quíchua: As Quatro Partes do Mundo) que existiu na América do Sul de cerca de 1200 até a invasão dos conquistadores espanhóis e a execução do imperador Atahualpa em 1533.O império incluía regiões desde o extremo norte como o Equador e o sul da Colômbia, todo o Peru e a Bolívia, até o noroeste da Argentina e o norte do Chile. A capital do império era a atual cidade de Cusco (em quíchua, "Umbigo do Mundo"). O império abrangia diversas nações e mais de 700 idiomas diferentes, sendo o mais falado o quíchua. Tinham a tecnologia de irrigação (regadio), desenvolvendo sistemas de engenharia hidráulica, agricultura irrigada (exceção talvez dos Maias que apenas possuíam o domínio do transporte das águas), metalurgia do cobre e bronze, técnicas de construção (com deslocamento e cortes de pedras até hoje desconhecidos), notação numérica (quipos), escrita ideográfica (no caso dos astecas) e técnicas de comunicação.
2 - Apresente as características dos Astecas.
R:  A unidade social básica era o calpulli, comunidade residencial com direitos comuns sobre a terra e uma organização interna de tipo administrativo, judiciário, militar e fiscal;  Tenochtitlán, a capital asteca, segundo a tradição, fundada em 1325, era o centro de um comércio de longa distância e pólo de atração para artesãos e vendedores, tendo-se convertido em uma das maiores cidades do mundo a expansão do poderio asteca; A economia era de base agrícola e fundamentada na cultura do milho e do feijão, sendo o cultivo por chinampas (pequenas ilhas artificiais construídas mediante o acúmulo de lama e plantas aquáticas junto às margens pantanosas dos lagos), a técnica mais inovadora empregada na agricultura irrigada.; A sociedade asteca era dominada por uma dupla hierarquia: a dos dignitários (indivíduos investidos de altas funções militares ou civis) e a dos sacerdotes, sendo que no ápice encontramos o rei (Huey Tlatoani), cujo cargo era eletivo.; A monarquia asteca,  possuía origem divina por isso dificilmente desafiada.
3 – Apresente as características do Renascimento.
R: Um dos seus principais fundamentos intelectuais foi o Humanismo, concepção segundo a qual o homem deveria ser valorizado como o epicentro do mundo e da história, como havia ocorrido na Antiguidade Clássica; o  estudo do homem e da natureza, nesse período, fundamentava-se no espírito crítico, o que possibilitou o desenvolvimento do pensamento científico, como se comprova na defesa da teoria heliocêntrica por Nicolau de Cusa e Nicolau Copérnico; Um dos seus maiores expoentes foi Leonardo da Vinci, um modelo do intelectual renascentista, pelo fato de se ter dedicado a múltiplas áreas do conhecimento, como, por exemplo, à Anatomia, à Física e à Botânica, além de à Pintura.
4 – Cite o nome de 4 artistas do Renascimento e uma obra.
R: Santo Botticelli = Nascimento de Vênus.
     Leonardo da Vinci = Monalisa
      Giovann Boccaccio = escritor produziu Decameron
      Michelangelo – Esculpiu Davi e pintou a Capela Sistina.
5 – O que foi o Concilio de Trento e suas principais medidas.
R:  O Concílio de Trento foi o concílio ecuménico mais longo da História da Igreja Católica. Foi também o concílio que "emitiu o maior número de decretos dogmáticos e reformas, e produziu os resultados mais benéficos", duradouros e profundos "sobre a fé e a disciplina da Igreja".Para opôr-se ao protestantismo, o concílio emitiu numerosos decretos disciplinares e especificou claramente as doutrinas católicas quanto à salvação, os sete sacramentos (como por exemplo, confirmou a presença de Cristo na Eucaristia), o cânone bíblico (reafirmou como autêntica a Vulgata) e a Tradição, a doutrina da graça e do pecado original, a justificação, a liturgia e o valor e importância da Missa (unificou o ritual da missa de rito romano, abolindo as variações locais, instituindo a chamada "Missa Tridentina"), o celibato clerical, a hierarquia católica, o culto dos santos, das relíquias e das imagens, as indulgências e a natureza da Igreja. Regulou ainda as obrigações dos bispos. Foram criados seminários nas dioceses como centros de formação sacerdotal e confirmou-se a superioridade do Papa sobre qualquer concílio ecuménico. Foi instituído o "Index Librorum Prohibitorum", um novo Breviário (o Breviário Romano) e um novo Catecismo (o Catecismo Romano). Foi reorganizada também a Inquisição.

6 – O que defendia Martinho Lutero?
R: Lutero, assim como muitos monges da época, não concordava com a “venda do perdão” e, muito menos, com a exploração que seus conterrâneos estavam submetidos. Com isso, em outubro de 1517, Lutero afixou na porta do castelo de Wittenberg suas famosas 95 Teses. Nelas, o monge alemão, defendia a extinção das indulgências e condenava o luxo de que desfrutava o papa em Roma. Para surpresa do alto clero romano, Lutero obteve o apoio de praticamente todos os setores da sociedade alemã. Com isso, o papa Leão X exigiu que Martinho Lutero se arrependesse e se retratasse. Como o monge  negou-se, foi excomungado (expulso da Igreja) pelo papa. Fato que levou uma série de nobres alemães a se desligarem da Igreja de Roma. Livre das limitações teológicas a que estava submetido, Lutero passou a escrever uma série de livros e tratados onde defendia a revitalização (renascimento) da Igreja. Nestes livros, Lutero estabeleceu a Bíblia como a mais alta autoridade doutrinária da Igreja. Para ele, todas as doutrinas deveriam ter a Bíblia como fundamento. Para Lutero, a salvação era fruto direto da fé do cristão em Deus. Ao contrário do que defendiam os católicos, para o reformador, não havia intermediários entre os homens e Deus. A salvação somente poderia ser alcançada pelo relacionamento entre o fiel e Deus.
7 – Qual foi a importância da conquista de Ceuta para a expansão marítima.
R: Foi importante porque marcou o inicio da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas para a manutenção do empreendimento marítimo.
8 – Cite os fatores que foram decisivos para o pioneirismo português na expansão marítima.
R: o processo de centralização política e administrativa precoce do país, a partir da Revolução de Aviz; a formação de quadros preparados para as grandes aventuras marítimas na Escola de Sagres; o contato e o aproveitamento da cultura moura por parte dos portugueses; o incentivo governamental à expansão.
9 – Diferencie a mita e a encomienda usados pelos espanhóis para Conquistar os astecas.
R: Buscando atingir os interesses mercantilistas hispânicos na América, os colonizadores desse país buscaram empreender meios para extrair a abundante disponibilidade de metais preciosos do continente americano. Contudo, sem possuir fácil acesso à mão de obra escrava dos africanos, os espanhóis tiveram que empregar formas de trabalho que pudessem transpor a riqueza colonial à metrópole espanhola. Uma das modalidades de trabalho utilizada pelos espanhóis foi a mita, que também era conhecida pelos nomes de “repartimiento” e “cuatéquil”. Nesse sistema, amplamente empregado na extração e beneficiamento de minérios, os índios eram escalados por sorteio para uma temporada de serviços compulsórios. Por sua vez, os trabalhadores recebiam uma baixa compensação salarial pelo trabalho desenvolvido nas minas. Após o fim da jornada, ainda recebiam uma quantidade de minério conhecida como partido. As lastimáveis condições de vida proporcionadas por esse tipo de relação de trabalho acabou gerando uma severa diminuição na população indígena dessas regiões. Com o passar do tempo, a mita foi sendo paulatinamente substituída pela adoção da mão de obra livre. Nas regiões em que a escassez da mão de obra indígena se agravou, os espanhóis optaram pela utilização de escravos africanos trazidos pelos traficantes europeus.

Outro sistema de trabalho bastante utilizado pelos espanhóis foi a encomienda, termo que significa “recomendar” ou “confiar” algo para alguém. Criado em 1512, esse regime deixava comunidades indígenas inteiras sob os cuidados de uma encomendero que poderia utilizar a mão de obra dos índios para o desenvolvimento de atividades agrícolas ou a extração de metais preciosos. Em troca, o encomedero deveria assegurar o oferecimento da educação religiosa cristã para “seus” índios.
 

3o ano do Ceiva - Revisão para o Simulado - 2b de 2013

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REVISÃO PARA O SIMULADO – TERCEIRO ANO – 2013 – 2º BIMESTRE
TEMAS PARA ESTUDAR  
·         Periodo Pre-colonial
1 – Relacione Escambo com a exploração do Pau-brasl.
R:A palavra escambo significa a troca de mercadorias por trabalho. Ela é muito utilizada no contexto da exploração do pau-brasil (início do século XVI). Os portugueses davam bugigangas (apitos, espelhos, chocalhos) para os indígenas e, em troca de trabalho, os nativos deveriam cortar as árvores de pau-brasil e carregar os troncos até as caravelas portuguesas.
2 – Como foi a atuação da Companhia de Jesus no Brasil?
R: Os jesuítas chegaram ao Brasil em 1549 e começaram sua catequese erguendo um colégio em Salvador da Bahia, fundando a Província Brasileira da Companhia de Jesus. Vinham na armada de Tomé de Sousa, chefiados por Manuel da Nóbrega, e eram eles Leonardo Nunes, João de Azpilcueta Navarro, Vicente Rodrigues, Antonio Pires e o irmão Diogo Jácome. A segunda vaga aconteceu em 1550 na armada de Simão da Gama. O primeiro Bispo chegou em 1552 e em 1553 aportou José de Anchieta na armada de Duarte Góis. Cinquenta anos mais tarde já tinham colégios pelo litoral, de Santa Catarina ao Ceará. Quando foram expulsos em 17591 , eram 670 por todo o país, distribuídos em aldeias, missões, colégios e convento
·         Período Colonial
1 – De que forma a Revoluçao Francesa influenciou a Conjuração Mineira e Baiana.
R: As idéias da Revolução Francesa foram adotadas por proprietários, comerciantes, profissionais liberais, padres, e outros populares como justificativa para combater o absolutismo e o sistema colonial, que impedia o Brasil de comercializar com outros países que não fossem Portugal.
2 – A Vinda da Corte para o Brasil fugindo de Napoleão Bonaparte trouxe muitas mudanças. No entanto, a grande ruptura foi a Abertura dos Portos as Nações Amigas. Explique o significado dessa ruptura.
R: O Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas foi uma carta régia promulgada pelo Príncipe-regente de Portugal Dom João de Bragança, no dia 28 de Janeiro de 1808, em Salvador, na Capitania da Baía de Todos os Santos, no contexto da Guerra Peninsular. Foi à primeira Carta Régia promulgada pelo Príncipe-regente no Brasil, o que se deu apenas quatro dias após sua chegada, com a família real e a nobreza portuguesa, em 24 de janeiro de 1808. Por esse diploma era autorizada a abertura dos portos do Brasil ao comércio com as nações amigas de Portugal, do que se beneficiou largamente o comércio britânico. Foi à primeira experiência liberal do mundo após a Revolução Industrial. A carta marcou o fim do Pacto Colonial, o qual na prática obrigava a que todos os produtos das colônias passassem antes pelas alfândegas em Portugal, ou seja, os demais países não podiam vender produtos para o Brasil, nem importar matérias-primas diretamente das colônias alheias, sendo forçados a fazer negócios com as respectivas metrópoles
3 – Por que podemos considerar a Revolução do Porto Conservadora para o Brasil e liberal para Portugal.
R: A Revolução do Porto foi liberal para Portugal porque exigia o retorno de D. João VI, mas com a condição de que fosse estabelecido um governo constitucional. Ou seja, a revolução pôs fim ao absolutismo em Portugal. No entanto, as Cortes de Portugal implementou uma serie de leis que retornavam o Brasil a sua condição de Colônia.
4 – Apresente os limites da independência do Brasil.
R: Como a nossa independência foi realizada pela elite não houve mudanças profundas. O Brasil continuou com a escravidão, monocultura. Não houve reforma agrária, o povo não participou de nenhum processo político, na medida em que o voto se tornou censitário (so votava ou era votado quem tivesse determinada renda).
·         Primeiro Reinado
1 – Após a independência do Brasil, foi organizada uma Assembléia Constuiente que apresentou um projeto de Constituição que desagradou D. Pedro I. Este fechou a Assembléia e outorgou a primeira Constituição Brasileira de 1824. Apresente as características dessa constituição.
  • R: Poder Legislativo: formado por deputados e senadores de cargo vitalício, eram responsáveis na elaboração das leis do Império;
  • Poder Executivo: chefiado pelo imperador D. Pedro I e os ministros de Estado nomeados por ele;
  • Poder Judiciário: formado por juízes e tribunais, tinha como órgão máximo o Supremo Tribunal de Justiça, composto por magistrados indicados pessoalmente pelo imperador;
  • Poder Moderador: exercido exclusivamente por D. Pedro I, ficava encarregado de vigiar as demais instâncias e tinha poder de anular as decisões dos outros três poderes.
Só podiam votar para os cargos do Legislativo homens que tivessem mais de 25 anos e tivessem uma renda anual mínima de 100 mil-réis, o que excluía a maior parte da população brasileira. Para ser deputado, era necessário ter uma renda de mais de 400 mil-réis e, para senador, um mínimo anual de 800 mil-réis.
A Igreja Católica foi oficializada como a religião do Brasil e seus membros estavam sujeitos às ordens políticas do governo.
Fora da participação política, a maioria dos cidadãos brasileiros não tinha direito de voto, estava sujeita às vontades do império e não podia ser representada por mandatários nas pequenas províncias. De fato, a Primeira Constituição foi um pano de fundo para manter o Brasil sob os olhos atentos do império e enfatizar a importância do ato da Independência liderado pelo rei D. Pedro I.
·         Segundo Reinado
1 – Defina o Parlamentarismo existente no Brasil durante o Segundo Reinado.
R: o Brasil, a organização do sistema parlamentar acabou sendo completamente “avesso” ao modelo inglês. O imperador Dom Pedro II, imbuído das atribuições concedidas pelos Poder Moderador, tinha total liberdade para escolher os integrantes do Conselho de Estado. Este órgão, situado abaixo da autoridade do monarca, poderia escolher os ministros e realizar a dissolução da Câmara de Deputados. Na maioria das vezes, as ações do Conselho somente refletiam os interesses do imperador.  As eleições do poder legislativo eram geralmente marcadas por diversos casos de fraude onde conservadores e liberais disputavam o poder. Essa disputa, na verdade, não sinalizava algum tipo de orientação política sensivelmente divergente entre esses dois grupos políticos. Afinal de contas, ambos pertenciam à mesma elite econômica que controlava a nação. Prova disso é que tanto liberais quanto conservadores tiveram vantagens frente ao parlamento e ao gabinete de ministros.  Durante todo o Segundo Reinado, o gabinete foi dissolvido e reorganizado mais de trinta vezes. Geralmente, o conselho de ministros não chegava a ficar mais de dois anos no poder. Ao longo de todo o governo de D. Pedro II, os conservadores estiveram à frente do gabinete por vinte e noves anos, e os liberais, por dezenove anos. Essa instabilidade no interior dos quadros políticos nacionais era fruto da intervenção direta do imperador que dava uma aparência descentralizada a um governo conservador.
2 – Apresente a diferença entre os Partidos Conservador e Liberal durante o Segundo Reinado.
R:  Liberal e Conservador, sem diferenças ideológicas significativas, alternavam-se no poder, sustentando o parlamentarismo de fachada, manipulado pelo imperador.

3 – Diferencie o Primeiro Reinado, o Período Regencial e o Segundo Reinado.
R: Primeiro Reinado – período ainda com conflitos decorrentes da nova nação que nascia com a independência e da luta interna entre os diversos grupos políticos entre eles – os restauradores, exaltados e moderados.
Período Regência – período de transição, que vai da abdicação de D. Pedro I até a maioridade de D. Pedro II. Período marcado por muitas rebeliões populares e pelo surgimento de dois partidos políticos – os Conservadores e Liberais.
Segundo Reinado – Ao contrário dos períodos anteriores houve uma estabilização decorrentes do Parlamentarismo as avessas e das grandes safras de Café que se tornou o principal produto de exportação de Brasil. Houve também nesse período um inicio de processo de urbanização realizado pelo Barão de Mauá que no entanto fracassou pela idéia de que o Brasil tinha uma vocação agrária.


 

sábado, 27 de abril de 2013

SEDUNDO ANO - CEIVA - REVISAO PARA A PROVA DO 1 B DE 2013

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1 – Apresente as causas da expansão marítima.



No século XV, início da Idade Moderna, a Europa via sua economia cada vez mais comprometida com a queda de consumo dos bens produzidos na zona rural e agrícola. O mercado interno europeu passava por sérias complicações. Para abastecer o consumo, muitas vezes tinha que exportar produtos que vinham do Oriente, como especiarias, objetos raros e pedras preciosas. Entretanto, para comprar este material os europeus tinham que negociar com os mercadores árabes, pois a única rota para fazer essa transação vinha pelo Mar Mediterrâneo, passando pelas cidades italianas de Gênova e Veneza. Muitos mercadores envolvidos na exportação de produtos acabavam tornando-os mais caros, o que acabou contribuindo para a crise econômica europeia. Havia a necessidade de encontrar uma nova rota para o Oriente.

2 – Quem financiou a expansão marítima.
R: O Estado (Português e Espanhola) junto com a burguesia mercantil.

3 – Qual a importância da Africa para a concretização do objetivo da expansão marítima.
R: Na Africa os portugueses conseguiram obter sal, marfim, ouro e principalmente escravos. Essa riqueza ajudou a financiar a expansão marítima. Alem disso estabeleceram por toda a Africa fetorias, que serviam de armazéns para abastecer os navios.

4 – Quais as necessidades que impulsionaram a expansão marítima.
R: Necessidade de Novos Mercados: os europeus precisavam seu artesanato e manufaturas e precisavam de gêneros alimentícios e de matérias primas; 

•Falta de Metais Preciosos: era preciso descobrir novas jazidas de ouro e prata para cunhagem de moedas porque na Europa não havia mais esses metais preciosos; 

•Interesse dos Estados Nacionais: a aliança da burguesia com os reis ajudou em muito nesse processo; 

•Propagação da Fé Cristã: a difusão da fé religiosa justificava conquistar e converter povos da América, África e da Ásia; 

•Ambição Material: todos que se envolviam nas longas viagens marítimas queriam demais enriquecer com as descobertas que estavam por vir; 

5 – Descreva a visão que os europeus tinham do novo mundo.
R: Desde os primórdios, a concepção europeia do novo continente teve duas facetas, completamente opostas: por um lado, a terra era vista quase sempre como um éden, um paraiso; por outro, o homem aparecia demonizado. São, pois, intermináveis os exemplos de exaltação da abundância de vegetação, da quantidade de espécies – seja da fauna ou da flora – da exuberância e até da longevidade (relatos mencionam que os índios chegavam a 180 anos!) proporcionada pelo clima esplêndido do Brasil. Com o mesmo peso, registrava-se o espanto diante dos ritos canibalescos do selvagem. curioso que, para os europeus, os nativos eram um povo sem “fé, sem rei e sem lei”; daí concluírem que a língua tupi não tinha os fonemas “f”, “r” nem “l”. Conforme afirma a historiadora Laura de Mello e Souza em seu livro O diabo e a terra de Santa Cruz, “Colombo inaugurou assim o movimento duplo que perduraria por séculos em terras americanas: a edenização da natureza, a desconsideração dos homens – bárbaros, animais, demônios”.

6 – Cite as tecnologias náuticas usadas pelos portugueses consideradas revolucionarias em suas época.
R: Foi importante os e estudos naquilo que ficou conhecido como Escola de Sagres, nesta escola desenvolveram novos estudos sobre técnicas de navegação, aperfeiçoaram a bússola, o astrolábio (ferramentas de orientação geográfica), produziram constantes mapas das rotas pelos oceanos e criaram novos tipos de embarcação, por exemplo, as caravelas, mais leves e movidas por velas latinas de formato triangular, que facilitavam as manobras em alto mar e propiciavam percorrer maiores distâncias. As diferenças são nítidas entre o acaso de navegar e a precisão nas navegações, se analisarmos mapas feitos anteriormente à Escola de Sagres, percebemos nestes a presença de monstros nas ilustrações dos oceanos como obstáculos dos navegadores, outro aspecto importante nestes mapas era a presença de anjos desenhados no céu, representando a proteção aos navegadores, como se esses anjos estivessem protegendo as embarcações.
7 – Qual a importância da navegação realizada por Bartolomeu Dias?
R:F oi um navegador português que ficou célebre por ter sido o primeiro europeu a navegar para além do extremo sul da África, "dobrando" o  Cabo das Tormentas que ficou conhecido como Cabo da Boa Esperança e chegando ao oceano Índico a partir do Atlântico.1
Ficheiro:Bartolomeu Dias Voyage.PNG
Acompanhou a construção dos navios e acompanhou a esquadra de Vasco da Gama, em 1499 como capitão de um dos navios que tinha como destino até São Jorge da Mina. A expedição partiu em 1497. Em 1500, acompanhou Pedro Álvares Cabral na famosa viagem em que este descobriu o Brasil. Quando a frota seguia para a Índia, o navio em que ia Bartolomeu Dias naufragou e o valente marinheiro achou a morte junto da sua descoberta mais famosa - o Cabo da Boa Esperança.3

8 – Descreva a mitologia em torno do Oceano Atlantico também conhecido como Mar Tenebroso.
R: Até o início das Grandes Navegações, o oceano Atlântico era praticamente desconhecido pelos europeus. Muitos acreditavam tratar-se de um mar povoado por monstros diabólicos. Por isso, era chamado de Mar Tenebroso. Muitos eram os medos dos europeus em relação ao desconhecido (tanto o vasto oceano Atlântico quanto o continente americano). Com as Grandes Navegações, novos continentes, assim como o oceano Atlântico, passaram a ser conhecidos, tendo aos poucos seus segredos desvendados. Enfrentar todos esses desafios reais e os imaginários foi tarefa pioneira dos portugueses.

9 – Cite as causas do pioneirismo português.
R: Posição geográfica,experiência com o mar, ausência de guerras, centralização administrativa.


 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

revisao de filosofia para o 1 ano a 3b 2012

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R: A memória é a capacidade de adquirir (aquisição), 
armazenar (consolidação) e recuperar (evocar) informações disponíveis, seja internamente, no cérebro (memória biológica), seja externamente, em dispositivos artificiais (memória artificial).
A memória focaliza coisas específicas, requer grande quantidade de energia mental e deteriora-se com a idade. É um processo que conecta pedaços de memória e conhecimentos a fim de gerar novas idéias, ajudando a tomar decisões diárias.
Os neurocientistas (psiquiatras, psicólogos e neurologistas) distinguem memória declarativa de memória não-declarativa. A memória declarativa, grosso modo, armazena o saber que algo se deu, e a memória não-declarativa o como isto se deu.
A memória declarativa, como o nome sugere, é aquela que pode ser declarada (fatos, nomes, acontecimentos, etc.) e é mais facilmente adquirida, mas também mais rapidamente esquecida. Para abranger os outros animais (que não falam e logo não declaram, mas obviamente lembram), essa memória também é chamada explícita. Memórias explicitas chegam ao nível consciente. Esse sistema de memória está associado com estruturas no lobo temporal medial (ex: hipocampo, amígdala).
Psicólogos distinguem dois tipos de memória declarativa, a memória episódica e a memória semântica. São instâncias da memória episódica as lembranças de acontecimentos específicos. São instâncias da memória semântica as lembranças de aspectos gerais.
Já a memória não-declarativa, também chamada de implícita ou procedural, inclui procedimentos motores (como andar de bicicleta, desenhar com precisão ou quando nos distraímos e vamos no "piloto automático" quando dirigimos). Essa memória depende dos gânglios basais (incluindo o corpo estriado) e não atinge o nível de consciência. Ela em geral requer mais tempo para ser adquirida, mas é bastante duradoura.
Memória, segundo diversos estudiosos, é a base do conhecimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. É através dela que damos significado ao cotidiano e acumulamos experiências para utilizar durante a vida.
Atenção é um termo com diversos significados e que pode ser utilizado em âmbitos distintos. Para a psicologia, a atenção é uma qualidade da percepção que funciona como uma espécie de filtro dos estímulos ambientais, avaliando quais são os mais relevantes e dotando-os de prioridade para um processamento mais profundo.
Por outro lado, a atenção também é entendida como o mecanismo que controla e regula os processoscognitivos. Em certas ocasiões, chega mesmo a actuar de forma inconsciente.
Os psicólogos estabelecem dois tipos de determinantes da atenção: determinantes internos (aqueles que são próprios do indivíduo e que dependem dele) e determinantes externos (que resultam do meio que o rodeia).
No primeiro grupo, podemos mencionar o estado orgânico (as pulsões que a pessoa sente ser estimulada), os interesses (relacionado com aquilo que atrai a pessoa. Por exemplo: um adepto de desporto irá prestar muita atenção/dar muito valor a um jogo de futebol), a sugestão social e oscursos do pensamento.

2-      APRESENTE AS CARACTERISTICAS DA APRENDIZAGEM HUMANA.
R; prendizagem é o processo pelo qual as competências, habilidades, conhecimentos, comportamento ou valores são adquiridos ou modificados, como resultado de estudo, experiência, formação, raciocínio e observação. Este processo pode ser analisado a partir de diferentes perspectivas, de forma que há diferentes teorias de aprendizagem. Aprendizagem é uma das funções mentais mais importantes em humanos e animais e também pode ser aplicada a sistemas artificiais.
Aprendizagem humana está relacionada à educação e desenvolvimento pessoal. Deve ser devidamente orientada e é favorecida quando o indivíduo está motivado. O estudo da aprendizagem utiliza os conhecimentos e teorias da neuropsicologia, psicologia, educação e pedagogia.
Aprendizagem como um estabelecimento de novas relações entre o ser e o meio ambiente tem sido objeto de vários estudos empíricos em animais e seres humanos. O processo de aprendizagem pode ser medido através das curvas de aprendizagem, que mostram a importância da repetição de certas predisposições fisiológicas, de "tentativa e erro" e de períodos de descanso, após o qual se pode acelerar o progresso. Esses estudos também mostram o relacionamento da aprendizagem com os reflexos condicionados. [1]

3-      Importância da inteligência.
R; estudo da inteligência geralmente entende que este conceito não compreende a criatividade, o caráter ou a sabedoria.[1] Conforme a definição que se tome, pode ser considerado um dos aspectos da personalidade.
- Criatividade  - A criatividade é assunto de reflexão de alguns cientistas e escritores como Vygotsky, Dostoievski, Damásio, Leo Szilard e Jonas Salk . Em sua obra “Criação e imaginação”, Vygotsky afirma que é a atividade criadora que faz do homem um ser que se volta para o futuro, erigindo-o e modificando o seu presente. Para esse psicólogo e educador, a criação é a condição necessária da existência e tudo que ultrapassa os limites da rotina deve sua origem ao processo de criação do homem e que a obra de arte reúne emoções contraditórias, provoca um sentimento estético, tornando-se uma técnica social do sentimento.
Para Dostoievski a necessidade de criar nem sempre coincide com as possibilidades de criação e disso surge um sentimento penoso de que a idéia não foi para a palavra.
Já Antonio Damásio, em seu livro O Erro de Descartes diz que criar consiste não em fazer combinações inúteis, mas em efetuar aquelas que são úteis e constituem apenas uma pequena minoria. Para esse neurocientista, inventar é discernir, escolher. Aponta idéias idênticas às suas quando apresenta, em seu livro, afirmações feitas por Leo Szilard e Jonas Salk. Szilard: “O cientista criador tem muito em comum com o artista e o poeta. O pensamento lógico e a capacidade analítica são atributos necessários a um cientista, mas estão longe de ser suficientes para o trabalho criativo. Aqueles palpites na ciência que conduziram a grandes avanços tecnológicos não foram logicamente derivados de conhecimento preexistente: os processos criativos em que se baseia o progresso da ciência atuam no nível do subconsciente”. Jonas Salk defende que a criatividade assenta numa ”fusão da intuição e da razão”. Criatividade é, portanto, para mim, a capacidade humana de escolher algumas dentre as várias possibilidades preexistentes e mesclá-las, criando algo inusitado.